REINO DE CINZAS E OUTROS ESTRANHOS MUNDOS - ALDO COSTAS

13:43



Reino de Cinzas e Outros Estranhos Mundos
Aldo Costas
Editora Chiado

SINOPSE
“Bem-vindos a uma realidade fantástica – você está entrando no mundo dos sonhos... ou seria no mundo dos pesadelos? Está prestes a se perder em uma realidade cinza... se contaminar com uma febre que causa insônia. Está se aventurando na estrada perigosa que fica entre a razão e a ilusão. Uma viagem ao interior de algumas mentes assustadas... Ao interior de algumas mentes diabólicas. Aqui é a porta de entrada para um outro mundo... Um mundo onde as verdades não existem... onde tudo é uma mera desculpa para se pintar um quadro com as cores do caos. O primeiro passo para essa viagem já foi dado – Ainda há tempo de desistir!
Para quem preferiu seguir em frente, as próximas palavras e frases devem indicar uma direção... uma trilha que o levará para lugares estranhos e distantes. Que o levará para o centro de alguns mundos imaginários... repletos de personagens imperfeitos. Repletos de fatos perturbadores. Repletos de encruzilhadas. Repletos de reinos selvagens... de batalhas insanas... de guerras sangrentas... Abra bem seus olhos e descubra o que se esconde em cada uma das páginas destes contos dos Reinos de Cinzas...” 

O AUTOR
“I, not a robot”: escritor, desenhista, ilustrador e designer que nasceu em 1968 na cidade de Cabo Frio, região dos lagos, no estado do Rio de Janeiro, Brasil.
Começou a escrever poemas e contos por expressão até partir para os romances com um teor crítico e irônico.
Achou na ficção científica e fantasia épica um meio perfeito para usar suas metáforas sociais, enveredando também em muitas outras áreas literárias. Vivendo o contraste de morar em um paraíso tropical e imaginar mundos cinzas e
selvagens – por diversão “igual a um céu nublado de outono em uma floresta perdida, sufocado por gritos de ordem, de desordem e criaturas noturnas”. Usa os jogos de palavras, frases e ideias desde jovem como uma forma relevante para criar algum tipo de reação nas pessoas; primeiro através de poesias urbanas, líricas e épicas, e posteriormente com contos e romances estranhos e muitas vezes absurdos.
Autodidata por convicção, usa as muitas formas literárias para modificar e deformar os conceitos do mundo que cingem nossa realidade, que incomoda e desordena a vida de cada um de nós. Descobriu na experimentação a forma perfeita de criar novos mundos fantásticos com seus, por vezes, bizarros e sombrios personagens e outras vezes ingênuos e frágeis carregados de mensagens ocultas, falácias filosóficas, paradoxos, fantasias inconscientes e
cenários irreais, dos sonhos e pesadelos, para criar as leis destas Terras disformes, assim buscando uma anti-eugenia social, cultural e fictícia...
Em 2005 lançou, de forma independente o livro de poemas urbanos e fragmentos: “dias cinzentos...” e em 2006 a continuação com novos poemas e mais fragmentos: “em silêncio...” que se tornaram um único livro: “... o silêncio das horas nos dias acinzentados...”, que deverá ser relançado de forma independente.
Em 2013, 2014 e 2015 os projetos são: o romance de humor negro, com temática sombria “Os Fruzens – e as crônicas de um estranho mundo”, um livro infanto-juvenil de fantasia e aventura “Na Terra de Eliot”, um livro infantil de contos de fadas “Não olhe dentro”; um romance de ficção científica noir “Guerreiros urbanos caçam unicórnios oníricos?”; uma trilogia de livros com contos juvenis e adultos “Contos esquecidos nas névoas de outono”, “Do bosque de sombras os contos esquecidos...” e “Contos verdadeiros dos reinos imaginários”; um livro de arte com rascunhos, esboços, retratos, ilustrações e textos variados “Luz & Sombras sketchbook, scribble & stuff” e mais os livros de poemas urbanos e fragmentos – “O abismo das ondas no eterno oceano de sonhos”, “Palavras esquecidas e as brumas da revolução” e “Total escuridão” este último com os temas: fantasia, ficção científica e horror clássico. Todos em fase de finalização. 

RESENHA

Reino de Cinzas inicia com um prelúdio Bellum Tempóribus, uma sequência de quatro poemas, cada qual com seu significado e que levam o leitor a ir além do significado que transmitem.
Com títulos em latim, assim como mostra o prelúdio, Vindíctam, Bellum, Flagéllum  Mortem, o leitor vai se colocar dentro dos versos e lembrar dos próprios desejos de vingança, de guerra contra seus inimigos. Também vai poder ver seus flagelos e a morte seja daqueles que conhece ou de sua própria, porque vivemos em um mundo de existência curta e instável.
Aldo Costas, com essas reflexões, nos leva à leitura de seus contos.
Como o autor nos esclarece, nas primeiras páginas, vamos encontrar histórias estranhas, que encantam e assustam, por conta da singularidade de lugares e de personagens. Quem embarca nessa leitura, não vai viajar por lugares comuns e terá a possibilidade de organizar comparações entre a humanidade real e a fictícia, porque cada um dos contos tem seu propósito.
O primeiro conto nos brinda com um mundo criado para a guerra, onde a desumanidade é o que reina. A linguagem é adequada, sombria e, de certa forma, poética, sem ser cansativa. Para os amantes de Connan o Bárbaro e histórias do gênero, terá com o que se divertir.

A sequência dos outros contos não é diferente em originalidade. Mudam os cenários, mas o desejo de morte continua o mesmo. Ouso dizer que é quase uma viagem no tempo: da criação ao hoje, que encerra com uma homenagem a George Orwell. Vão se fazendo outras interpretações para cada mundo, porém nenhum deixa de ser cinza e cinzas.
A cada novo conto, Aldo nos brinda com uma imagem diferente, com frases que nos introduzem ao mundo que será mostrado.
Uma leitura para fazer com calma.
Para fechar o livro, o autor faz uma lista de escritores para homenagear aqueles que gastam horas do dia para nos trazerem livros, mundos, histórias maravilhosas, despertando em nós a criatividade.



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1 comentários

  1. Muito bacana, Ceres!!!!!! Esse é a clima que o livro pretende mostra: uma realidade cinzas!!!!! Adorei a forma que escreveu suas palavras - a forma que descreveu o livro... são como raízes que brotam nas névoas do tempo - que indicam uma direção... uma direção cheia de bifurcações. Muito legal!!! E parabéns pela sua página - ela é fantástica!!!! E viva a literatura nacional contemporânea e seus fantásticos autores!!!!!

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