MORGAN: O ÚNICO - Douglas Eraldo

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MORGAN: O ÚNICO
Livro: Morgan: O único
Autor: Douglas Eralldo
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 160
Ano: 2011/2012
Livro nova capa e novo papel de miolo que proporciona uma leitura sem stress para a visão.
ISBN:978-85-63586-20-9





SINOPSE
 “Não! Eu não pedi para que isto acontecesse. Mesmo assim despertei donde jamais poderia ter despertado. Foi um sono intranqüilo, e o despertar mais tenebroso que uma pobre alma poderia ter. Não era mais o mesmo, mas estava ali, nem vivo, nem morto... Simplesmente estava ali, desperto!”
Morgan, um homem de vida simples morre em um trágico acidente. Mas tudo piora quando ele desperta sete dias após ter sido enterrado, transformado numa criatura horrenda, nem morto, nem vivo. Sem saber o que fazer, Morgan segue seus instintos para sobreviver.

O AUTOR
Douglas Eralldo, 30 anos, Escritor, Blogueiro, pai de dois filhos, nasceu em Santa Cruz do Sul - RS e é radicado em Pantano Grande - RS há pelo menos 24. Teve contos publicados em sites da internet como “Contos Fantásticos”, “Recanto das Letras” e “O Nerd Escritor”. Colunista em jornais locais desde 2001, atualmente publica textos semanais no Jornal Destak em seu município, e na coluna “Fabulando!” do site Simplicíssimo. Entusiasta da literatura e dos livros criou e administra desde 2009, um dos principais blogs literários do país, o Listas Literárias LISTAS LITERÁRIAS com um grande acervo e informação literária que acabaram lhe inspirando a escrever seus romances.

RESENHA
Nem todos gostam de zumbis, muitos torcem o nariz, até mesmo para filmes que tragam essas criaturas. Tive a oportunidade de ler um dos livros do mestre King, que não imaginava conter zumbis, Celular. Ganhei de minha filha, sem nem ler a sinopse, me atirei na leitura. Uma história que me prendeu do começo ao final, e deixou um sentimento frustrante de “não acredito que ele fez isso”. Vindo do mestre, não tem muita surpresa, afinal seus livros costumam ter um fechamento inusitado.
Então, conversando com Douglas Eraldo, o autor de Morgan: o único, lembrei que não tinha feito uma resenha para o livro dele. Fazia tempo que havia comprado, mais especificamente em 2012, em uma das Odisseias de Literatura Fantástica, em Porto Alegre. Por isso, resolvi reler.
Uma releitura é bem-vinda, quando a obra vale à pena. Fo o caso do livro do Douglas.
Não pensem que é uma obra comum, pelo contrário. Trabalhar uma ideia de zumbis é uma experiência que demanda uma dose de coragem, afinal, Walking Dead está aí para provar que o público que curte esse gênero é exigente.
Douglas inicia com narrativa em primeira pessoa, que pode parecer monótona, porém ao nos apresentar Morgan, de certa forma, começamos a simpatizar com ele. Um homem simples, com traços físicos normais, vivendo uma vida pacata no interior junto com os pais.
A trama é bem construída. Os capítulos se entrelaçam de forma contínua e a linguagem simples flui, sem problemas. Os pontos de virada nos levam a buscar a sequência. Afinal, Morgan é quem conta para nós como se transformou em um zumbi. A partir de então, começamos uma jornada de sentimentos controversos. Ora torcemos por ele, ora desejamos que ele seja morto.
As descrições são bem feitas, sem serem longas demais, nos mostrando o essencial para cada cena e personagem. As mortes, as lutas e ataques, também ficaram de bom tamanho. Sem exageros.
A curiosidade se eleva a cada virada de página. Como um zumbi pode pensar e contar uma história? Como desenvolveu sentimentos, se é que pode se chamar de sentimentos o que um zumbi sente, se é que sente? Ele merece ser feliz? Merece sobreviver?
Ao final, esperei descobrir como Morgan se transformou em um Zumbi, porém o que Douglas apresenta é algo que deixa mais dúvida ainda. Não, podem ficar tranquilos, não vou contar como a história termina. Só digo que fiquei sem saber se Morgan teve ou não o final que merecia.
Uma leitura que recomendo a todos os amantes de zumbis e de boas narrativas de ficção e fantasia.
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1 comentários

  1. Também não gosto muito de histórias de zumbis. Nem TWD me conquistou. Mas tendo essa resenha aqui, fico inclinada a descobrir onde essa leitura leva. Quem sabe em 2017. Beijos!

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