AS CAPAS DOS LIVROS

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Seguem comentários meus a respeito da leitura do artigo Capa de Livro não é Facebook, do Paulo Tedesco que é escritor de ficção, cronista e ensaísta, e atua como professor e desenvolvedor de cursos em produção editorial e consultoria em projetos editoriais, também como orientador em projetos de inovação em diferentes setores. Trabalhou nos EUA, onde viveu por cinco anos, nas áreas de comunicação impressa, indústria gráfica e propaganda. É autor dos livros Quem tem medo do Tio Sam? (Fumprocultura de Caxias do Sul, 2004); Contos da mais-valia & outras taxas (Dublinense, 2010) e Livros: um guia para autores (Buqui, 2015). Desenvolve e ministra os cursos de Instrução para Produção de Livros na PUCRS, O Livro Passo a Passo e Processos Editoriais, ambos no StudioClio Arte e Humanismo e no Metamorfose Cursos. Pode ser acompanhado pelo seu site, pelo Facebook ou pelo Twitter.


Em todas as empresas, independente da área de atuação, o que se espera dos profissionais, além da competência para atuarem nos respectivos cargos, exige-se profissionalismo. A pergunta é: por que os escritores não conseguem ser profissionais, em todas as instâncias do ofício? E dentro dos autores autopublicados, essa característica, se é que é possível chamar assim, é ainda mais marcante.
No artigo que segue, Paulo Tedesco aborda esse tema com relação às capas dos livros. A capa é a primeira coisa que nos chama a atenção. Pode não ser determinante na hora da compra, mas certamente é para ela que olhamos antes de pegar o livro e lermos a sinopse.
Conforme Tedesco, esse descuido gera o “desprezo e resistência a quem se autopublica.”
Para não acarretarem despesas, que julgam, muitas vezes desnecessárias, os autores contam com a ajuda de outras pessoas que não conhecem o mercado do livro. Constroem capas sem o menor cuidado - mesmo que a gente acredite que o cuidado existiu -, sem que a imagem se relacione com a história ou com o público que querem atingir. O menino que sabe "mexer" com o Correl ou com o Photoshop não é o indicado para fazer a capa de um livro, muito menos o sobrinho do chefe. Há capistas muito bons no mercado e com preços condizentes ao que se deseja. O escritor deve saber que, em algum momento, terá alguma despesa e deve se preparar para tanto.
Ainda conforme Tedesco, há “várias formas de se matar um livro já no seu lançamento”, porque capa "não é postagem de Facebook”, portanto não é para qualquer um.
Segue o link da página do Paulo Tedesco para você conferir o texto na íntegra.
http://www.publishnews.com.br/materias/2015/12/08/capa-de-livro-no-facebook
Lembrar que o escritor é um profissional do livro e que é assim que ele deve se portar é importante e fundamental para a valorização do trabalho de cada um.

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